História em quadrinhos sobre o Folclore Brasileiro!
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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Episódio IX


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Chegou agora?


Emanuel da Silva, o Chefia, é um professor universitário especialista nos mitos e lendas brasileiras. Dono de um caráter muito generoso ele anda por todos os cantos do Brasil ajudando os necessitados de diversas maneiras. Para auxiliá-lo, possui um trunfo muito especial. Um saci que capturou há muito tempo devido aos conselhos de seu velho e sábio pai. 

A dupla enfrenta desde situações mundanas como um ladrão de velhinhas, até entidades folclóricas como o Homem do Saco, sempre com muito  bom humor. As coisas começam a complicar quando a Cuca descobre que um Saci foi adestrado por um humano. Intrigada a Senhora do Medo decide  investigar...

LEIA NA ORDEM



segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Episódio VIII

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Olá pessoal, espero que tenham gostado do novo episódio! Depois dessa aventura, minha consideração por todos os desenhistas que atuam profissionalmente cresceu bastante, e olha que ela já era alta...rs


No próximo episódio teremos a estreia de um novo personagem o Pai Velho da Bahia, que vai contar como nascem os monstros e um pouco sobre o passado secreto da Cuca... Vejo vocês lá...


Abraços!!!


Chegou agora? 

Os Folcloristas é uma história de magia, fantasia e aventura que se passa no Brasil nos dias atuais. Os personagens principais são a dupla Chefia e Saci que andam por diversos Estados ajudando os necessitados. Em suas aventuras eles se deparam com várias criaturas do Folclore Brasileiro e com a rica cultura desse imenso País.


sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Episódio V

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Esse episódio foi baseado numa das fábulas de Esopo, segue uma das versões dessa fábula:


A RAPOSA E O LENHADOR - Esopo
Uma raposa era perseguida por uns caçadores, quando viu um lenhador e suplicou que ele a escondesse. O homem então lhe aconselhou que entrasse em sua cabana.
De imediato chegaram os caçadores, e perguntaram ao lenhador se havia visto a raposa. 
Com a voz ele disse que não, mas com sua mão disfarçadamente mostrava onde havia se escondido. Os caçadores não compreenderam os sinais da mão e se confiaram no que disse com as palavras. 
A raposa, ao vê-los irem, saiu sem dizer nada. 
O lenhador a reprovou porque, apesar de tê-la salvo, não agradecera, ao que a raposa respondeu:
- Agradeceria se tuas mãos e tua boca tivessem dito o mesmo.