História em quadrinhos sobre o Folclore Brasileiro!
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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Episódio VIII

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Olá pessoal, espero que tenham gostado do novo episódio! Depois dessa aventura, minha consideração por todos os desenhistas que atuam profissionalmente cresceu bastante, e olha que ela já era alta...rs


No próximo episódio teremos a estreia de um novo personagem o Pai Velho da Bahia, que vai contar como nascem os monstros e um pouco sobre o passado secreto da Cuca... Vejo vocês lá...


Abraços!!!


Chegou agora? 

Os Folcloristas é uma história de magia, fantasia e aventura que se passa no Brasil nos dias atuais. Os personagens principais são a dupla Chefia e Saci que andam por diversos Estados ajudando os necessitados. Em suas aventuras eles se deparam com várias criaturas do Folclore Brasileiro e com a rica cultura desse imenso País.


quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Preview do Episódio VII


Estou indo passear lá pros lados de Minas Gerais! Quando voltar pego firme no Episódio VII (e tento caprichar melhor nas cores, não sou muito bom com cores...rs)

Abraços

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Episódio VI

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A Fonética, ou Fonologia, estuda os sons emitidos pelo ser humano, para efetivar a comunicação. Em outras palavras, é o ramo da lingüística que estuda os sons emitidos pela fala humana.

Decidi escrever um pouco sobre a fonética dos monstros para preencher esse restinho de espaço. Geralmente criaturas mágicas não têm corpos físicos, a maioria só tem o corpo espiritual, e algumas raras possuem um corpo astral. Quando essas criaturas se comunicam com os humanos, costumam faze-lo telepaticamente, sendo assim, elas utilizam-se do vocabulário que o receptor possui, muitas vezes, nesse contato, não é nem necessário o uso de palavras, apenas de imagens. Então, podemos supor que nesse tipo de comunicação, não existe a emissão de som (ao menos, o conceito cientifico de som).

Os monstros da história usam outro método (mais detalhes nos próximos capítulos). Eles produzem som, e se comunicam como os humanos. O Gorjala sofre de Loquacidade Desvairada, é a popular tagarelice, falar em excesso ou/e desordenadamente, sem dar tempo para os ouvidos escutarem e a mente refletir sobre os assuntos, o que geralmente causa confusão mental. Esse defeito foi associado pelo sábio São Tomás de Aquino a Gula, e como o Gorjala é um glutão, ele fala uma palavra atrás da outra.

A Cuca costuma sibilar. Isso é, produz um som agudo e prolongado quando diz palavras que soam como a letra S. Felizmente ela tem algum controle sobre esse probleminha, e só se entrega ao habito quando está zangada ou empolgada com alguma coisa. Mas isso faz com que eu coloque uma porção de S e Z onde eles não existem, toda vez que ela aparece na história...

Abraços!

Episódio VII: Nos tentáculos da Gula


domingo, 21 de agosto de 2011

Dia do Folclore Nacional

Saci, Cuca, Homem do Saco e Boitatá no alto.



Segundo a UNESCO folclore é sinônimo de cultura popular e representa a identidade social de uma comunidade através de suas criações culturais, coletivas ou individuais. O termo surgiu em 1846 e foi criado por Ambrose Merton (aka Willian John Thoms) para se referir a tradição de um povo.

O conceito de Tradição é bem mais antigo do que nossa civilização. Em todas as eras, em todas as civilizações e em todas as culturas, podemos encontrar conhecimentos que eram passados de geração para geração, primeiro gestualmente, depois oralmente e por fim de maneira escrita. Esse conhecimento era o mais abrangente possível e envolvia (envolve) todos os aspectos da vida mundana e espiritual da sociedade.

No Brasil, o Congresso Nacional oficializou em 1965 o dia 22 de agosto como sendo o Dia do Folclore Nacional. Nesta data são valorizadas e praticadas danças, brincadeiras, culinárias e festas folclóricas por todo o país.

Bem, na verdade, essas coisas são feitas o ano todo, mas essa é uma data simbólica para preservar nossa memória cultural (e para os jovens fazerem pesquisas, trabalhos e apresentações, destacando os contos folclóricos e seus principais personagens, o que deve  ter trazido a maioria até esse blog)

Você deve estar se perguntando sobre as criaturas místicas. Afinal, essa é data que todos buscam informações sobre o Saci, o Homem do Saco, a Cuca, o Boitatá e etc...

Você encontra algumas informações do Saci aqui:


Um pouquinho dos homens do saco aqui:


nota: Existem vários Homens do Saco, eles não formam uma espécie, nem se quer um grupo, podem agir sozinhos ou em bandos, já foram associados (por preconceito)  a mendigos,ciganos, palhaços e até com o Bicho Papão... Mas na verdade eles são bem reais e podem ser qualquer pessoa,  independente da aparência. Por isso, é sempre bom ouvir os conselhos da vovó quando ela diz: “nunca aceite doce de estranhos”.

De alguns dos poderes da Cuca aqui:


Na webcomics associei o Boitatá as Salamandras que são os elementais do fogo. Você pode ver o resultado aqui:


Nota: Segundo a tribo Mawé o Boitatá é uma “Visage” de beira de rio que parece um fogo flutuando sobre as águas, os profanos o chamam de fogo fátuo e na língua geral dos índios é conhecido como Ariá-Wató.

Escreverei mais detalhes sobre isto, assim como dos demais seres mágicos do Brasil nos próximos episódios. Se precisar de alguma informação mais detalhada sobre alguma criatura, tenho estudado e colhido muitos relatos sobre o assunto, deixe um recado que responderei o mais rápido possível.

Espero vocês de volta!

Abraços e Feliz Dia do Folclore!

Bibliografia:

Até hoje o mundo indígena sempre foi relatado por estudiosos. Neste livro você conhecerá os preceitos e os conhecimentos de uma religião tradicional indígena em sua mais pura essência, desvendados por Yaguarê Yamã, um índio pesquisador que nasceu e vive na selva Amazônica.

·                                 Editora: Ibrasa
·                                 Autor: YAGUARE YAMA
·                                 ISBN: 8534802491
·                                 Origem: Nacional
·                                 Ano: 2004
·                                 Edição: 1
·                                 Número de páginas: 128